O professor de gramática, Inglês, Paul Flanagan só pensou em seus filhos, Thomas e Lucy quando soube que tinha um tipo de câncer que o levaria em poucos meses pra longe dos seus...
Ele dedicou seus ultimos meses de vida a deixar meios para que seus filhos, o mantivessem vivo em suas memórias por alguns anos depois de sua partida.
Em novembro de 2009, aos 45 anos, Paul morreu por causa do melanoma,
deixando a mulher, Mandy, e seus filhos: Thomas, então com 5 anos, e Lucy, de 1 ano e
meio.
Passados 2 anos, a vontade de Paul segue sendo realizada, através de bilhetes, fotos, cartas...os filhos seguem tendo a companhia do Pai.
Há poucos dias a família teve mais uma surpresa, a esposa Mandy, encontrou no computador pessoal de Paul, um arquivo intitulado: “Sobre encontrar a realização”.
Mandy ao ler o arquivo percebeu que era um legado de como viver bem consigo e com o próximo!
Segue a íntegra do texto, traduzido por Leticia Sorg, repórter especial de Época, em São Paulo:
Eu Escolhi ser Feliz!
Tem dias que o mundo insiste em me pôr a prova, me magoa, chateia,
mas eu sigo optando pela felicidade!
Ser Feliz é uma opção! É a minha opção!
Deus não disse que seria fácil, mas ELE me garantiu que estaria comigo!
É minha obrigação acreditar nisso e optar por ser feliz e mais nada!!!
O preconceito e a discriminação contra as pessoas vivendo com HIV/Aids são as maiores barreiras no combate à epidemia, ao adequado apoio, à assistência e ao tratamento da Aids e ao seu diagnóstico. Os estigmas são desencadeados por motivos que incluem a falta de conhecimento, mitos e medos. Ao discutir preconceito e discriminação, o Ministério da Saúde espera aliviar o impacto da Aids no País. O principal objetivo é prevenir, reduzir e eliminar o preconceito e a discriminação associados à Aids. O Brasil já encontrou um modelo de tratamento para a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, que hoje é considerado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) uma referência para o mundo. Agora nós, brasileiros, precisamos encontrar uma forma de quebrarmos os preconceitos contra a doença e seus portadores e sermos mais solidários do que somos por natureza. Acabar com o preconceito e aumentar a prevenção devem se tornar hábitos diários de nossas vidas.
- o vírus HIV pode ser transmitido pelo sangue, sêmen, secreção vaginal, leite materno;
- relações sexuais homo ou heterossexuais, com penetração vaginal, oral ou anal, sem proteção da camisinha, transmitem a Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis e alguns tipos de hepatite;
- compartilhamento de seringas entre usuários de drogas injetáveis;
- transfusão de sangue contaminado;
- instrumentos que cortam ou furam, não esterilizados;
- da mãe infectada para o filho, durante a gravidez, o parto e a amamentação.
Atualmente a terapia com os chamados “anti-retrovirais” proporciona melhoria da qualidade de vida, redução da ocorrência de infecções oportunísticas, redução da mortalidade e aumento da sobrevida dos pacientes. (Os anti-retrovirais são medicamentos que suprimem agressivamente a replicação do vírus HIV).
A Aids não é transmitida pelo beijo, abraço, toque, compartilhando talheres, utilizando o mesmo banheiro, pela tosse ou espirro, praticando esportes, na piscina, praia e, antes de tudo, não se pega aids dando a mão ao próximo, seja ele ou não soropositivo.
Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde.
Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal
AIDS , HIV , Preconceito
Entre os frequentadores mais ilustres de Abrolhos estão as baleias jubarte que, vindas da Antártida, todos os meses de julho e agosto, usam as suas águas límpidas, como temperatura média de 24 graus, como uma espécie de suíte nupcial e berçário. É lá que elas se reproduzem e amamentam seus filhotes.
Esse ciclo reprodutivo das jubarte está em rota de risco desde que Abrolhos entrou na alça de mira da indústria do petróleo. O governo já licitou para dez empresas 13 blocos de exploração na região. Um acidente como o do Golfo do México pode ser fatal para a natureza e colocar fim ao turismo e a pesca na região, atividades responsáveis pela sobrevivência de mais de 80 mil pessoas.
É por isso que o Greenpeace Brasil pede ao governo e às empresas uma moratória de 20 anos na exploração de gás e petróleo em Abrolhos. Se você também acha que Abrolhos, pela sua importância como bem natural do país, deve ficar fora dos planos de exploração de petróleo, participe do abaixo-assinado. Ele será entregue aos principais dirigentes das empresas petrolíferas e representantes do governo.
Clique --> Petróleo em Abrolhos não | Brasil
Ja me senti perdida dentro de mim mesma algumas vezes...
São tantos os pensamentos, as vontades, os anseios...
Tem horas que eu mesma não me acompanho e me perco em mim!
Gosto dessa sensação!
Gosto de me sentir e me ver perdida em tantas boas emoções e anseios!
Não partilho parte de minhas loucuras com quem quer que seja: as pessoas não entenderiam!
Sou metade de mim intensa!
Sou intensa em minhas metades!
Sou em mim metade e inteira!
O vento que me embala, me leva sempre adiante!
Não me permito viver em retrocesso!
Sempre adiante!
Sempre seguindo!
Sou intensa!
E assim, intensa, sigo!
Há tempos recuso-me a assistir qualquer programação da TV Canção Nova e também deixei de ser sócia e "porta a porta".
Sempre procurei fazer da minha vida um prolongamento do que acredito.
Quem me conhece sabe que tenho milhares de defeitos, mas hipocrisia definitivamente não é um deles.
Sou o que sou, procuro ser melhor a cada dia, mas não busco isso por influência de ninguém ou para agradar quem quer que seja. Faço porque desejo, um dia, estar de volta ao local de onde vim: o Céu!
Quando, por ocasião das ultimas eleições, a Canção Nova (ou se voce prefere: algum de seus líderes) posicionou-se, ainda que de forma discreta, ao lado do PT, resolvi que iria apenas orar pela Canção Nova e esperar que a vontade Divina voltasse a prevalecer por lá...
Ha alguns dias recebi um e-mail indignado de minha amiga Sabrina, através do qual fiquei sabendo do levante que se organizava em redes sociais e blogs, contrário a nova programação da TV Canção Nova com um certo politico como apresentador...
Fiquei triste, indignada e, confesso, com raiva, não da Canção Nova, mas dos rumos que determinadas lideranças podiam dar a uma obra que nasceu do coração de Deus para ser de Deus inteiramente. Houve porém um fio de esperança diante desta situação: a força da indignação do povo, por vezes, causa resultados surpreendentes. E causou!
Hoje recebi em meu e-mail mais uma atualização do blog Dominus Vobiscum, intitulado "Parabéns Canção Nova", leiam clicando aqui! E, Louvado seja Deus, vi o resultado que eu tanto esperava...
"A rede Canção Nova, emissora de TV e rádio,(..) resolveu tirar do ar
os programas comandados pelos deputados federais Gabriel Chalita
(PMDB-SP) e Eros Biondini (PTB-MG), pelos estaduais Edinho Silva
(PT-SP), Paulo Barbosa (PSDB-SP) e Myriam Rios (PDT-RJ), e pela
primeira-dama paulista, Lu Alckmin. (...)O elemento
precipitador foram as reações negativas de fiéis e lideranças da igreja à
recente incorporação de Edinho, presidente do diretório estadual
petista, ao quadro de apresentadores da Canção Nova." (Fonte: https://ajcomenta.wordpress.com)
...
Ainda não retornarei todas as minhas atividades antigas junto a Canção Nova, vou aguardar mais um pouco e esperar que essas decisões sejam definitivas, para que então eu volte a meu estado de primeiro amor para com a Comunidade.
Ainda ha muito a ser melhorado, mas essa mudança já é um principio de luz, lá no final do túnel!
Sigo orante e confiante!
Deus seja por nós!
CitandoCadu: "Canção Nova (sem PT) é bom demais!!!"
A 26 de Novembro de 1983 a Congregação para a
Doutrina da Fé publicava uma Declaração sobre as associações maçónicas (cf.
AAS LXXVI, 1984, 300), A pouco mais de um ano de distância da sua
publicação pode ser útil explicar brevemente o significado deste documento.
Desde que a Igreja começou a pronunciar-se a
respeito da maçonaria o seu juízo negativo foi inspirado por multíplices razões,
práticas e doutrinais. Ela não julgou a maçonaria responsável apenas de
actividades subversivas a seu respeito, mas desde os primeiros documentos
pontifícios sobre o assunto e em particular na Encíclica
Humanum Genus de
Leão XIII
(20 de Abril de 1884), o Magistério da Igreja denunciou na Maçonaria ideias
filosóficas e concepções morais opostas à doutrina católica. Para
Leão XIII elas reportavam-se essencialmente a um
naturalismo racionalista, inspirador dos seus planos e das suas actividades
contra a Igreja. Na sua Carta ao Povo Italiano “Custodi” (8 de Dezembro de 1892)
ele escrevia: “Recordemo-nos que o cristianismo e a maçonaria são essencialmente
inconciliáveis, de modo que inscrever-se numa significa separar-se da outra”.
Não se podia portanto deixar de tomar em consideração as posições da Maçonaria
sob o ponto de vista doutrinal, quando nos anos 1970-1980 a Sagrada Congregação
estava em correspondência com algumas Conferências Episcopais particularmente
interessadas neste problema, em consequência do diálogo empreendido por parte de
personalidades católicas com representantes de algumas lojas que se declaravam
não hostis ou até favoráveis à Igreja.
Agora o estudo mais aprofundado levou a S.C.D.F. a manter-se na convicção da
inconciliabilidade de fundo entre os princípios da maçonaria e os da fé cristã.
Prescindindo portanto da consideração da atitude prática das diversas lojas, de
hostilidade ou não para com a Igreja, a S.C.D.F., com a sua
declaração de
26.11.83, pretendeu colocar-se no nível mais profundo e por outro lado essencial
do problema: isto é, sobre o plano da inconciliabilidade dos princípios, o que
significa no plano da fé e das suas exigências morais.
A partir deste ponto de vista doutrinal, em continuidade, de
resto, com a posição tradicional da Igreja, como testemunham os documentos acima
citados de Leão XIII, derivam depois as necessárias consequências práticas, que são válidas
para todos aqueles fiéis que estivessem eventualmente inscritos na maçonaria.
A propósito da afirmação sobre a inconciliabilidade dos princípios todavia vai-se
agora objectando de alguns lados que o essencial da maçonaria seria precisamente
o facto de não impor algum “princípio”, no sentido de uma posição filosófica ou
religiosa que seja vinculante para todos os seus aderentes, mas antes reunir
conjuntamente, para além dos confins das diversas religiões e visões do mundo,
homens de boa vontade com base em valores humanísticos compreensíveis e
aceitáveis por todos.
A maçonaria constituiria um elemento de coesão para todos aqueles que crêem no
Arquitecto do Universo e se sentem comprometidos em relação àquelas orientações
morais fundamentais que estão definidas por exemplo no Decálogo; ela não
afastaria ninguém da própria religião, mas pelo contrário constituiria um
incentivo a aderir ainda mais a ela.
Nesta sede não podem ser discutidos os multíplices problemas históricos e
filosóficos que se escondem em tais afirmações. Que também a Igreja católica
estimule no sentido de uma colaboração de todos o homens de boa vontade, não é
decerto necessário salientá-lo depois do
Concílio Vaticano II. O associar-se na
maçonaria vai todavia além, decididamente, desta legítima colaboração e tem um
significado muito mais saliente e determinante do que este.
Antes de tudo deve recordar-se que a comunidade dos “pedreiros-livres” e as suas
obrigações morais se apresentam como um sistema progressivo de símbolos de
carácter extremamente absorvente. A rígida disciplina do arcano que nela
predomina reforça ulteriormente o peso da interacção de sinais e de ideias. Este
clima de segredo comporta, além de tudo, para os inscritos o risco de se
tornarem instrumento de estratégias que lhes são desconhecidas.
Embora se afirme que o relativismo não é assumido como dogma, todavia propõe-se
de facto uma concepção simbólica relativística, e portanto o valor
“relativizante” de uma tal comunidade moral-ritual longe de poder ser eliminado,
resulta pelo contrário determinante.
Neste contexto, as diversas comunidades religiosas, a que pertence cada um dos
membros das Lojas, não podem ser consideradas senão como simples
institucionalizações de uma verdade mais ampla e incompreensível. O valor destas
instituições parece, portanto, inevitavelmente relativo, em relação a esta
verdade mais ampla, a qual se manifesta antes na comunidade da boa vontade, isto
é na fraternidade maçónica.
Para um cristão católico, todavia, não é possível viver a sua relação com Deus
numa dúplice modalidade, isto é, dividindo-a numa forma humanitária –
super-confessional e numa forma interior – cristã. Não pode cultivar relações de
duas espécies com Deus, nem exprimir a sua relação com o Criador através de
formas simbólicas de duas espécies. Isto seria algo de completamente diverso
daquela colaboração, que para ele é óbvia, com todos aqueles que estão
empenhados na prática do bem, embora a partir de princípios diversos. Por outro
lado, um cristão católico não pode participar ao mesmo tempo na plena comunhão
da fraternidade cristã e, por outro lado, olhar para o seu irmão cristão, a
partir da perspectiva maçónica, como para um “profano”.
Mesmo quando, como já se disse, não houvesse uma obrigação explícita de
professar o relativismo como doutrina, todavia a força “relativizante” de uma
tal fraternidade, pela sua mesma lógica intrínseca tem em si a capacidade de
transformar a estrutura do acto de fé de modo tão radical que não é aceitável
por parte de um cristão, “ao qual é cara a sua fé” (Leão XIII).
Esta subversão na estrutura fundamental do acto de fé, realiza-se, além disso,
geralmente, de modo suave e sem ser advertida: a sólida adesão à verdade de
Deus, revelada na Igreja, torna-se simples pertença de uma instituição,
considerada como uma forma expressiva particular ao lado de outras formas
expressivas, mais ou menos igualmente possíveis e válidas, do orientar-se do
homem para o eterno.
A tentação de ir nesta direcção é hoje ainda mais forte, enquanto corresponde
plenamente a certas convicções prevalecentes na mentalidade contemporânea. A
opinião de que a verdade não pode ser conhecida é característica típica da nossa
época e, ao mesmo tempo, elemento essencial da sua crise geral.
Precisamente considerando todos estes elementos a Declaração da S. Congregação
afirma que a inscrição nas associações maçónicas “está proibida pela Igreja” e
os fiéis que nelas se inscreverem “estão em estado de pecado grave e não podem
aproximar-se da Sagrada Comunhão”.
Com esta última expressão, a S. Congregação indica aos fiéis que tal inscrição
constitui objectivamente um pecado grave e, precisando que os aderentes a uma
associação maçónica não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão, ela quer
iluminar a consciência dos fiéis sobre uma grave consequência que lhes advém da
sua adesão a uma loja maçónica.
A S. Congregação declara por fim que “não compete às autoridades eclesiásticas
locais pronunciarem-se sobre a natureza das associações maçónicas, com um juízo
que implique derrogação de quanto acima estabelecido”. A este propósito o texto
faz também referência à
Declaração de 17 de Fevereiro de
1981, a
qual já reservava à Sé Apostólica todo o pronunciamento sobre a natureza destas
associações que tivesse implicado derrogações da lei canónica então em vigor (cân.
2335).
Do mesmo modo o novo documento emitido pela S.C.D.F. em
Novembro de 1983,
exprime idênticas intenções de reserva relativamente a pronunciamentos que
divergissem do juízo aqui formulado sobre a inconciliabilidade dos princípios da
maçonaria com a fé católica, sobre a gravidade do acto de se inscrever numa loja
e sobre a consequência que daí deriva para se aproximar da Sagrada Comunhão.
Esta disposição indica que, apesar da diversidade que pode subsistir entre as
obediências maçónicas, em particular na sua atitude declarada para com a Igreja,
a Sé Apostólica nota-lhes alguns princípios comuns, que requerem uma mesma
avaliação por parte de todas as autoridades eclesiásticas.
Ao fazer esta Declaração, a S.C.D.F. não entendeu desconhecer os esforços
realizados por aqueles que, com a devida autorização deste Dicastério,
procuraram estabelecer um diálogo com representantes da Maçonaria. Mas, desde o
momento que havia a possibilidade de se difundir entre os fiéis a errada opinião
de que a adesão a uma loja maçónica já era lícita, ela considerou ser seu dever
dar-lhes a conhecer o pensamento autêntico da Igreja a este propósito e pô-los
em guarda quanto a uma pertença incompatível com a fé católica.
Só Jesus Cristo é, de facto, o Mestre da Verdade e só n’Ele os cristãos podem
encontrar a luz e a força para viver segundo o desígnio de Deus, trabalhando
para o verdadeiro bem dos seus irmãos.
(L’Osservatore Romano, 10 de Março de 1985, pág. (115) 7)
Texto Original em: http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_19850223_declaration-masonic_articolo_po.html
Eu te amo. E não seria metade do que sou sem você, juro. É seu ódio profundo que me dá forças para continuar em frente, exatamente da minha maneira.
Prometa que nunca vai deixar de me odiar ou não sei se a vida continuaria tendo sentido para mim. Eu vagaria pelas ruas insegura, sem saber o que fiz de tão errado se alguém como você não me odeia, é porque, no mínimo, não estou me expressando direito.
Sei que você vive falando de mim por aí sempre que tem oportunidade, e esse tipo de propaganda boca a boca não tem preço. Ainda mais quando é enfática como a sua - todos ficam interessados em conhecer uma pessoa que é assim, tão o oposto de você.
E convenhamos: não existe elogio maior do que ser odiado pelos odientos, pelos mais odiosos motivos. Então, ser execrada por você funciona como um desses exames médicos mais graves, em que "negativo" significa o melhor resultado possível.
Olha, a minha gratidão não tem limites, pois sei que você poderia muito bem estar fazendo outras coisas em vez de me odiar - cuidando da sua própria vida, dedicando-se mais ao seu trabalho, estudando um pouco. Mas não: você prefere gastar seu precioso tempo me detestando. Não sei nem se sou merecedora de tamanha consideração.
Bom, como você deve ter percebido, esta é uma carta de amor. E, já que toda boa carta de amor termina cheia de promessas, eis as minhas:
Prometo nunca te decepcionar fazendo algo de que você goste. Ao contrário, estou caprichando para realizar coisas que deverão te deixar ainda mais nervoso comigo.
Prometo não mudar, principalmente nos detalhes que você mais detesta. Sem esquecer de sempre tentar descobrir novos jeitos de te deixar irritado.
Prometo jamais te responder à altura quando você for, eventualmente, grosseiro comigo, ao verbalizar tão imenso ódio. Pois sei que isso te faria fi car feliz com uma atitude minha, sendo uma ameaça para o sentimento tão puro que você me dedica.
Prometo, por último, que, se algum dia, numa dessas voltas que a vida dá, você deixar de me odiar sem motivo, mesmo assim continuarei te amando. Porque eu não sou daquelas que esquece de quem contribuiu para seu sucesso.
Pena que você não esteja me vendo neste momento, inclusive, pois veria o meu sincero sorrisinho agradecido - e me odiaria ainda mais.
Com amor, da sua eterna
*Texto original em http://claudia.abril.com.br/materias/2346/?sh=25&cnl=5#.TpHt6DmBaNQ.facebook
Autoria: Fernanda Young
Fernanda Young , Inveja , menosprezo , ódio
Agora é oficial!
A Jornada Mundial da Juventude será no Rio de Janeiro em 2013!
Papa Bento XVI divulgou escolha da cidade neste domingo, dia 21 de agosto.
A Edição brasileira será a 27ª e a primeira realizada em solo nacional.
A Jornada Mundial da Juventude foi criada pelo Papa João Paulo II em 1985, e consiste numa reunião de dezenas de milhares de pessoas católicas, sobretudo jovens. O evento é celebrado a cada dois ou três anos, numa cidade escolhida para celebrar a grande jornada em que participam pessoas do mundo inteiro. Nos anos intermediários acontecem jornadas, no Domingo de Ramos, em algumas dioceses do mundo. Para cada Jornada, o Papa sugere um tema. Durante as JMJ, acontecem eventos como catequeses, adorações, missas, momentos de oração, palestras, partilhas e shows. Tudo isso em diversas línguas.
...
Que venha a Jornada! Preparemo-nos em oração!
"Já ancorado na Antartica, ouvi ruidos que pareciam de frituras.Pensei:Será que até aqui existem chineses fritando pastéis?
Eram cristais de água doce congelada que faziam aquele som quando entravam em contato com a água salgada.
O efeito visual era belíssimo.Pensei em fotografar mas falei para mim mesmo: calma você terá muito tempo para isso.
Nos 367 dias que se seguiram, o fenomêno não se repetiu.
As oportunidades são únicas."
Amir Klink
“Um homem precisa viajar.
Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV.
Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu.
Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor.
Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto.
Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto.
Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”
(Amir Klink)
"Tu que habitas sob a proteção do Altíssimo, que moras à sombra do Onipotente, dize ao Senhor: Sois meu refúgio e minha cidadela, meu Deus, em que eu confio.
É ele quem te livrará do laço do caçador, e da peste perniciosa.
Ele te cobrirá com suas plumas, sob suas asas encontrarás refúgio. Sua fidelidade te será um escudo de proteção.
Tu não temerás os terrores noturnos, nem a flecha que voa à luz do dia, nem a peste que se propaga nas trevas, nem o mal que grassa ao meio-dia.
Caiam mil homens à tua esquerda e dez mil à tua direita, tu não serás atingido.
Porém verás com teus próprios olhos, contemplarás o castigo dos pecadores, porque o Senhor é teu refúgio. Escolheste, por asilo, o Altíssimo.
Nenhum mal te atingirá, nenhum flagelo chegará à tua tenda, porque aos seus anjos ele mandou que te guardem em todos os teus caminhos.
Eles te sustentarão em suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra.
Sobre serpente e víbora andarás, calcarás aos pés o leão e o dragão.
Pois que se uniu a mim, eu o livrarei; e o protegerei, pois conhece o meu nome.
Quando me invocar, eu o atenderei; na tribulação estarei com ele. Hei de livrá-lo e o cobrirei de glória.
Será favorecido de longos dias, e mostrar-lhe-ei a minha salvação."
Venho recebendo diariamente a visita de uma pessoa, que tece" belos" comentários a respeito de meus textos, infelizmente não publico os comentários porque eles vem como "Anônimos".
Resolvi mudar essa situação: A partir de hoje os cometários somente poderão ser feitos com identificação!
Sou acusada de usar máscaras, mas não sou eu que me coloco como Anônimo para ofender outras pessoas...
Hora de mostrar a cara para o mundo!
Chegou a hora de ter coragem e assinar embaixo do que fala!
Mesmo que voce não queira mais deixar comentários, sei que não deixará de ser minha fã e de visitar meu blog diariamente!
...
Quem ri por último...
Diante de alguns fatos o importante é sorrir!
Diante de algumas pessoas o importante é sorrir!
Diante de alguns problemas o importante é sorrir!
Diante de algumas imbecilidades o importante é sorrir!
Diante de algumas fatalidades o importante é sorrir!
Diante da felicidade o importante é sorrir!
Diante da maldade o importante é sorrir!
Diante da inveja o importante é sorrir!
Diante da bondade o importante é sorrir!
Diante da maluquice o importante é sorrir!
Diante da feiura o importante é sorrir!
Diante da impaciência o importante é sorrir!
Diante de um sorriso o importante é sorrir!
...
Sorrir sempre!
Sorrir diante da vida!
Sorrir diante dos amigos!
Sorrir dentro de casa!
Sorrir ao sol!
Sorrir!
...
Agora há situações em que devemos Só rir!!!
Rir dos idiotas!
Rir dos invejosos!
Rir dos que se acham!
Rir dos que julgam!
Rir dos rebeldes!
Rir dos imbecis!
Rir dos que nos odeiam!
Rir dos que dariam a vida para serem como nós!
Rir dos que se incomodam conosco!
Rir dos que se acham familia, mas não são!
Rir dos que se acham o último gole de água no deserto!
Rir dos que pensam que nos irritam!
Rir dos que nem pensam!
Rir dos que vivem à sombra dos outros!
Rir da perda de tempo que algumas pessoas insistem em ter!
Rir dos que tentam nos ofender!
Rir é melhor porque ter pena é muito pior!
...
Rir sempre!
Rir diante da vida!
Rir dos inimigos!
Rir da rua!
Rir da lua!
Rir!
...
Porque sorrir nos abre portas e nos faz melhores pra nós mesmos, enquanto que, Rir nos faz ver que a insignificância também pode ser motivo de piada!

